Dream Theater: Portnoy fala sobre turnê com Iron Maiden





Pat Prince, da Revista Goldmine, recentemente conduziu uma entrevista com o baterista do DREAM THEATER, Mike Portnoy. e perguntou dentre outras coisas sobre a turnê ao lado do Iron Maiden. Confira alguns trechos da conversa.

Goldmine: Como está a turnê com o Iron Maiden até agora?

Mike Portnoy: "Boa! Mas, para ser honesto, é um ajuste um tanto estranho sermos a banda de abertura. Fizemos isso apenas um par de vezes em nossa carreira. Assim, por um lado, é incrível estar no palco com o poderoso Iron Maiden que nós crescemos ouvindo. Eles são uma grande parte da nossa história e influência. Por outro lado, estamos nos adaptando à fase de menor espaço, definir o comprimento mais curto do palco, e às coisas que acontecem quando você está como banda de abertura. Então, é um ajuste estranho, mas no final, vale muito a pena para nós!"

Goldmine: Como está a recepção dos fãs do IRON MAIDEN?

Mike Portnoy: "Bem, é por isso que estamos aqui. É pela tentativa de fazer alguns novos amigos na base de fãs do Maiden. Isso é, em última instância, o motivo de estarmos nessa turnê, e parece estar indo muito bem até agora. Há muitos de seus fãs que são uma espécie de veteranos, que estiveram com eles durante todos os anos e talvez, não sei se simpatizam com uma banda como o Dream Theater, então... escrevemos um set list que é uma espécie de curso intensivo do lado metal do Dream Theater. É o mesmo setlist todas as noites, o que é incomum para nós também. Mas eu acho que é algo que os fãs serão capazes de gostar. É mais fácil de engolir esse setlist. Não há grandes épicos de 20 minutos, apenas o lado metal e os 'hits', não que tenhamos algum hit, mas músicas que estão um pouco mais acessíveis para todos. Felizmente, o Dream Theater nunca foi uma banda de sucesso, porque eu odeio sempre sair em turnê e tocar exatamente as mesmas canções porque é o que as pessoas querem ouvir. Estou vendo isso com o Iron Maiden agora, porque eles escolheram fazer um set list que é, basicamente, dos últimos 10 anos. E há uma grande polêmica entre alguns dos seus fãs. De um lado posso entender os fãs do ponto de vista daqueles que querem ouvir os hits, mas, por outro lado, entendo o ponto de vista do Maiden, que não quer se prender tocando as mesmas músicas para o resto de suas vidas. Eles lançaram novos álbuns, querem tocar música nova..."
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Exxótica: volta aos palcos no Dia Internacional do Rock



O EXXÓTICA retornará aos palcos no próximo dia 13 de julho, Dia Internacional do Rock, em um show gratuito à tarde no centro da cidade de São Paulo. A banda retornará aos palcos com o novo figurino, do álbum “Voltando do Inferno”, e fará um set especial para este show.
“O figurino está sensacional e, também, estamos preparando um novo cenário para o palco da nova turnê. Estamos muito entusiasmados com o novo álbum, que está ficando bem pesado.” - Fábio Hoffmann.

Exxótica é:
Daniel Iasbeck: Vocal e Guitarra
“Reverendo” Marcelo Rossi: Vocal e Baixo
Fábio Hoffmann: Guitarra e Vocal
Espectro: Bateria
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Dimmu Borgir: Revelada 1ª Parte da Capa do Novo Álbum

Traduzido por Pedro Henrique Ruas Em 06/07/10 Fonte: Dimmu Borgir - site oficial


Depois de postar em seu MySpace um cronônometro com final previsto para as 15hs (horário de Brasilia), o Dimmu Borgir libera um pedaço, ou melhor, a primeira de quatro partes da capa do seu novo álbum, produzida pelo artista alemão Joachim Luetke, que já trabalhou com bandas como ARCH ENEMY, KREATOR, SOPOR e AETERNUS.
O álbum - ainda sem título divulgado - sairá na Alemanha em 24 de setembro, três dias mais tarde no resto da Europa e em 12 de outubro na América do Norte.



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Angra: Enigma Envolvendo O Novo Single Do Grupo


A Tempestade é uma história de revanche, de amor, de conspirações oportunistas, e que contrapõe os instintos animais que habitam o cerne humano à figura etérea, incorpórea, espiritualizada de suas altas aspirações, como o desejo de liberdade, realização e a lealdade grata e servil. Sedimentos possivelmente encontrados numa sondagem da virilidade militar.
Próspero, personagem central de A Tempestade, mago de amplos poderes, e sua filha, Miranda, passam a habitar aquela ilha. Com eles estão Calibã, um escravo abrutalhado, e Ariel, um espírito servil e assexuado que pode se metamorfosear em ar, água ou fogo. Os poderes eruditos e mágicos de Próspero e Ariel combinam-se e, depois de criar um naufrágio, Próspero coloca na Ilha seus desafetos. Quer levá-los à insanidade mental.
É nesse clima de suspense e magia que se desenrola a narrativa encontrada em “Aqua”, e os fãs terão no próximo dia 10 de julho uma amostra do potencial desse material. Mas então qual seria a música escolhida para representar um álbum tão rico, tão complexo e de história tão envolvente? Porque então essa informação não é logo divulgada para, assim, dissipar a ansiedade dos inúmeros fãs do grupo em todo o mundo?
Como toda a obra de Shakespeare é composta por textos carregados de subjetividade, com o Angra essa característica não poderia ser deixada de lado. Afinal de contas, tudo que o grupo se propõe a fazer é sempre de forma minuciosa, fidedigna e comprometida com a qualidade.
Portanto, seguindo uma ordem cronológica do enredo adotado, o novo single do Angra representa “O uso de forças da natureza, através da magia, para solidificar o sentimento de vingança que se sobrepõe aos demais. Coração enegrecido, tornando águas turbulentas em terreno arenoso. Labirinto de espinhos, provações, dor, sofrimento... esse é um jogo que nem todos conseguem jogar.”
Opinião pessoal: O novo single do Angra soa como o Angra. Desde a timbragem dos instrumentos, passando pela interpretação única do vocalista Edu Falaschi que de forma emocionante homenageou Dio na canção, até chegar nas execuções precisas de Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli. É incrível como eles conseguem se reinventar, e ao mesmo tempo conseguindo fugir de estereótipos. A impressão é que a fonte nunca seca e sempre se renova.
A composição é de fato emocionante. Edu Falaschi se impõe numa atuação interpretativa digna dos gigantes do estilo, levando o ouvinte a mergulhar na passagem da história descrita na letra. Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro mais uma vez roubam a cena. A técnica apurada do primeiro agrega-se ao talento e bom gosto do segundo, resultando em riffs e arranjos belíssimos. O tema inicial mesmo, e que retorna próximo ao final, é algo de levar o fã às lágrimas e empolga como há muito não acontecia.
Para aqueles que gostam de refrães pegajosos, fiquem sossegados. A nova canção tem um refrão que fatalmente será GRITADO por todos ao vivo. Vai ser de fato uma experiência marcante ver os shows dessa nova tour, principalmente pela reação dos fãs. Eu me emocionei e, certamente, serei um de vocês entoando esse novo clássico nas próximas apresentações do conjunto.
A cozinha eu deixei por último de propósito. É chover no molhado falar em Felipe Andreoli. Sem soar arrogante demais da minha parte, mas o cara é com sobras o melhor baixista brasileiro. Nesse single, o ouvinte por diversas vezes notará o baixo pulsante marcando presença, sem limitar-se em acompanhar o baterista Ricardo Confessori.
E como o Ricardo está soando? Está no nível do Aquiles? Ele ainda tem musicalidade pra ser baterista de uma banda como o ANGRA? A resposta é positiva para todos esses questionamentos, sem sombra de dúvidas. A impressão exata que me deu foi a de estar ouvindo a bateria do “Fireworks” na roupagem atual do Angra. Ricardo não é melhor que o Priester, e nem o Priester é melhor que Ricardo. Eles são músicos distintos, mas confesso que o maior swing deixou o som da banda mais “solto”, menos mecânico. Acreditem, a coisa está melhor do que o fã mais otimista poderia prever.
Parabéns aos caras por fugirem do óbvio, escolhendo a composição menos previsível para um single. Valeu a pena conferir o resultado? Obviamente que sim! Na realidade, esse aperitivo é apenas a ponta de um iceberg gigantesco.
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Ozzy Osbourne: falando de Jesus em canção de novo álbum




Jane Stevenson, da agência de notícias QMI, informa: Não deveríamos achar surpreendente que o rei do heavy metal britânico Ozzy Osbourne, ou o Príncipe das Trevas se preferir, fale de Jesus Cristo em sua nova música "Diggin' Me Down"?

Na faixa, parte do novo álbum de estúdio de OZZY intitulado "Scream", ele canta: "Você apenas é um auto-messias, vendendo enxofre e fogo" / "Então Jesus, não nos deixe apenas esperando por ti" / "Como saberei que é você Sr. Jesus Cristo? Você já esteve aqui uma ou duas vezes?" / "O filho do homem ou uma fachada obsoleta. Como saberei que você é o filho de Deus?"

Da sua parte, OZZY diz que em 40 anos de carreira com o Black Sabbath e como artista-solo, nunca fugiu das controvérsias. Afinal, esse é o cara que arrancou a cabeça de um morcego e urinou em um monumento público americano. "Isso é o que eu sempre fiz, por que deveria mudar agora?", diz Osbourne, numa conversa recente com a QMI em Toronto, Canadá.

"O que a música indaga é 'O quão ruim as coisas têm que ficar para que Jesus retorne? Se ele não voltar agora, quais as merdas que temos que fazer? Uma guerra nuclear a cada hora? Quantas pessoas já morreram por causas religiosas e quantas ainda irão? Eu vou para Israel esse ano. Estou muito interessado em ir porque lá encontramos cristãos, muçulmanos e judeus juntos. E se eles não conseguirem conviver juntos, que chance todos temos? Muitas religiões mas apenas um Deus.”

Na sua cidade natal, Birmingham, Ozzy, como seus cinco irmãos, foi criado dentro da igreja Anglicana: “Eu não era religioso a ponto de ir para a igreja toda hora”, ele disse. “Hoje também sou assim... Mas os domingos eram muito entediantes naquela época. Então eu ia à escola da igreja nos domingos, apenas pra fazer alguma coisa. Mas a maioria dos meus amigos eram Católicos e eu costumava ficar louco porque eles tem muitos feriados na escola e eu tinha que ter aula. Eu costumava ficar muito bravo com isso".
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Farscape: "Killers of the Loose" relançado em CD e LP





O álbum "Killers on the Loose", da banda FARSCAPE, já está disponível. Originalmente lançado em 2006, o disco foi relançado em CD (Bestial Invasion Records) e LP (Metal Inquisition Records), incluindo um cover do GBH como bônus.

As 100 primeiras cópias da versão em LP vem acompanhadas de um compacto separado incluindo a música "City Baby Attacked by Rats", cover de GBH.

A banda também está inaugurando seu perfil oficial no Twitter (www.twitter.com/farscapethrash), para os fãs obterem informações e futuras promoções através do site de relacionamentos.
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Os Dez Melhores Álbuns Dos Anos Oitentas

O ano de 1982 foi muito bom para o heavy metal. Tivemos o lançamento do melhor álbum do Iron Maiden e um dos melhores do JUDAS PRIEST. Também tivemos ótimos do MOTORHEAD e SCORPIONS. Vários fãs do Metal não são familiarizados com o TANK e o RAVEN, que fizeram parte do Top 10 do ano, mas vale a pena conferi-los. Como um todo, 1982 foi um ano mais forte que 1981, mas não tão bom quanto 1983, que teve alguns álbuns incríveis lançados.




1. IRON MAIDEN- "The Number Of The Beast"
Depois de perder seu frontman, o IRON MAIDEN encontrou Bruce Dickinson e se recuperaram com o melhor álbum da banda e um dos maiores clássicos do heavy metal. "Run to the Hills" e a música título estão entre os melhores singles que você pode escutar, e não há nenhum tipo de "enchimento" neste álbum. Ele possui composições espetaculares e diversas, ótimo vocal de Dickinson e é um dos melhores álbuns de todos os tempos.


2. JUDAS PRIEST - "Screaming For Vengeance"

Depois de ser o meu álbum nº 2 de 1980, o JUDAS PRIEST conquistou a mesma posição em 1982. A melhor música deste álbum é "You've Got Another Thing Comin'", mas há diversas outras ótimas, incluíndo a faixa-título, "Electric Eye" e "Bloodstone". Halford está ótimo como sempre, e esse é o segundo melhor álbum da banda na década de 80.


3. VENOM - "Black Metal"

No ano anterior, o álbum de estreia do VENOM foi um divisor de águas para o metal extremo. Seu segundo álbum nomeou um subgênero, que por si só já mostra o quanto influente ele foi. O álbum trouxe uma melhora nas habilidades musicais do VENOM e nas técnicas de composição. Ele ainda era cru e imperfeito, mas é isso que a música extrema sempre foi.


4. SCORPIONS - "Blackout"


O SCORPIONS lançou alguns ótimos álbuns durante os anos, mas eu penso que esse foi o melhor. Ele não tem um single hit monstruoso como "Rock You Like a Hurricane", mas em termos dos vocais de Klaus Meine e o número de músicas maravilhosas, esse foi o álbum mais completo deles. Pontos altos incluem "No One Like You" e a música título.


5. MOTORHEAD - "Iron Fist"


O MOTORHEAD teve uma grande fase no final da década de 70 e no início da de 80, com uma tonelada de álbuns de qualidade. Essa fase continuaria por mais alguns anos, mas este foi o último álbum com o guitarrista Fast Eddie Clark, que deixaria a banda para formar o FASTWAY. As músicas são um pouco mais lentas do que muitos dos álbuns anteriores, mas a intensidade e a marca registrada do som do MOTORHEAD ainda estão lá.


6. ANVIL - "Metal On Metal"


O ANVIL era uma banda canadense que misturava speed metal e power metal. Foi um grande mix de velocidade e maestria técnica. Eles eram enormes no país deles, mas nunca ganharam muita popularidade em outro lugar. A música título deste álbum é um ótimo hino do metal, e provavelmente a música mais conhecida deles. O ANVIL é outra banda que ainda está por aí até hoje, fazendo turnês e músicas.


7. TWISTED SISTER - "Under The Blade"


Depois do final das travessuras de "We're Not Gonna Take It", alguns anos antes, o TWISTED SISTER foi uma banda que arranhou seu caminho para fora dos clubes da cena de Nova Iorque com grandes golpes musicais. Na época que seu álbum de estreia foi lançado, a banda já estava junta por uma década, e este álbum tem ótimas músicas. A música título ainda é um artigo de consumo, mas algumas das outras canções foram esquecidas com a aparição de músicas mais comerciais. Este álbum, do início ao fim, é um dos melhores deles.


8. RAVEN - "Wiped Out"


Este foi o segundo de três álbuns marcantes lançados em três anos entre 81 e 83. Ele tem o som da banda no seu melhor momento. As músicas combinam o NWOBHM com thrash/speed metal, que seria um gênero que decolaria nos próximos anos. É um álbum poderoso e que sobreviveu bem ao teste do tempo.


9. MANOWAR - "Battle Hymns"


O MANOWAR nunca teve muito amor dos críticos, e o credo "Death to False Metal" e a imagem feita da banda fizeram com que se tornassem difíceis de serem levados à sério por muitas pessoas. O álbum de estreia deles incluia narrações do notório ator Orson Welles, juntamente com algumas músicas realmente muito boas. Eric Adams é um excelente vocalista, e a musicalidade da banda era desvalorizada. Mas o fato de manterem uma sólida base de fãs e ainda estarem na ativa transcorridos 25 anos significa que eles devem estar fazendo algo correto.


10. TANK - "Filth Hounds Of Hades"


O TANK é uma banda do Reino Unido, e este foi seu álbum de estreia. Ele foi produzido por Eddie Clarke do MOTORHEAD, e há similaridades no som deles. O som da banda é cru com várias influências do punk. O vocalista/baixista Algy Ward foi um antigo membro do THE DAMNED, então as influências fazem sentido. O TANK ainda é uma banda ativa, e lançaram um álbum há poucos anos.
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